Sábado, 14 de Dezembro de 2013

As duas faces dos Citizens

A equipa de Manuel Pellegrini é definitivamente um caso invulgar, simplesmente demolidora em casa e surpreendentemente apática nos jogos fora.

 

 

As vitórias por 6-0 frente ao Tottenham e 4-1 frente ao Man.United adivinhavam uma tarefa muito dificl para o Arsenal de Arséne Wenger e uma verdadeira prova de fogo para o valor dos Gunners.

 

Será que voltaríamos a ver o City dominador e implacável ou a equipa apática e sem ideias longe do Ethiad. Infelizmente para os homens de Londres, os citizens voltaram a apresentar a sua melhor versão e o resultado foi expressivo, um histórico 6-3. 

 

A partida começou à imagem do encontro frente ao Tottenham, intensidade máxima desde do primeiro minuto, pressão alta da linha de medios (Touré, Fernandinho, Silva e Nasri) e uma serie de opotunidades de golo. O Arsenal nunca tinha sido posto à prova desta forma, nem mesmo frente ao Dortmund, outro conjunto forte neste capitulo.

 

 

Aguero fez o primeiro, contra a corrente do jogo Walcott fez o empate mas poucos minutos depois Negredo recolocou justiça no marcador.

 

A equipa de Wenger saía ao intervalo com vida mas a superioridade evidenciada pelo City era impressionante.

 

A segunda parte não foi muito diferente da primeira, o City manteve a toada fez o 3-1 e novamente quase por obra do acaso Walcott conseguiu relançar o jogo. Tal como sucedeu após o 1-1, o Arsenal voltou a sofrer poucos minutos depois e não conseguiu assustar o adversário.

 

A partir do 4-2 tudo estava resolvido, a partida foi anarquica até ao fim, seguiram-se muitas oportunidades e mais três golos.

 

O meio campo dos Gunners foi sufocado em quase todos os momentos, Ramsey e Flamini foram insuficientes para a força de Touré e Fernandinho, Ozil pouco apareceu e Wilshere deu apenas nas vistas pela fraca cobertura aos avanços de Zabaleta e também por um gesto obsceno e infeliz aos adeptos do City.

 

A verdade é que este 6-3 acaba por ser um resultado simpático para o Arsenal, a equipa não fez por marcar três golos e quanto aos seis sofridos não pode queixar-se.

 

Este jogo deixa uma conclusão incontestável, o Manchester City de versão doméstica é sem dúvida a melhor equipa da Premier League. Não existe outra equipa que consiga diminuir e humilhar os adversários desta forma tão contudente, o Arsenal pareceu mesmo uma equipa banal e nunca o líder da Premier.

 

É importante ressalvar a qualidade da dupla constituída por Aguero e Negredo, dois jogadores complementares e que voltaram a demonstrar argumentos muito fortes e que colocam o City com rotulo de favorito ao titulo.

 

Agora voltemos ao ponto de partida, este City tem um lado negro, uma face menos atraente que teima em aparecer.

 

Os jogos fora têm sido mediocres e na proxima semana à uma deslocação dificil a Craven Cottage para defrontar o Fulham. Se Pellegrini conseguir desbloquear este problema como visitante, será dificil parar o City de festejar o titulo em Maio.

publicado por A.S às 23:50
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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013

A imprevisível Premier League 13/14 (Parte I)

Muito provavelmente a Premier League mais imprevisível e emocionante de sempre. A Liga inglesa atravessa um ano em que a corrida ao título é uma verdadeira incógnita, cerca de seis/sete equipas apresentam condições para lutar pelos primeiros lugares e certamente o campeão será decidido na reta final.

 

Com 13 jornadas decorridas, o novo Arsenal com Ozil é líder mas nenhum dos principais candidatos está efetivamente fora da corrida. Será então pertinente fazer uma pequena análise de cada equipa e a sua perspetiva para o futuro proximo.

 

Arsenal (1º classificado com 31 pontos)

 

Com a contratação de Ozil no fecho do mercado, o Arsenal ganhou uma nova dimensão. Além do alemão, Wenger pode ainda contar com uma serie de criadores de jogo como Wilshere, Arteta, Cazorla e a revelação do campeonato Aaron Ramsey. O galês merece destaque, tal como o ponta de lança  Olivier Giroud que se tem evidenciado a bom nível.

 

 

Com os regressos previstos de Walcott e Podolski após lesão, este Arsenal é mais candidato que nunca, resta saber se os Gunners têm estofo de campeão.


Chelsea (2º classificado com 27 pontos)

 

Mourinho regressou a Stamford Bridge mas o regresso está longe de ser um mar de rosas. A equipa Blue tarda em ter consistência exibicional, algumas exibições cinzentas fizeram soar o alarme mas progressivamente o treinador português parece conseguir resolver os seus problemas.

 

 

O plantel do Chelsea tem lacunas evidentes, a mais gritante no meio campo. Ramires destaca-se, Lampard de forma incrível disfarça a sua veterania mas as segundas linhas Mikel e Essien não convencem.

 

Apesar destas debilidades, acredito que o Chelsea lutará pela Premier até ao fim e o fator Mourinho no fim pode prevalecer.

 

Man. City (3º classificado com 25 pontos)

 

Também os citizens operaram uma mudança no comando técnico, depois de Mancini , há Manuel Pellegrini.

 

O plantel dos citizens é provavelmente o mais forte da Premier League, jogadores como Aguero, Yaya Touré, Silva, Navas, Negredo, Dzeko, Nasri e Fernandinho, só para mencionar alguns, perfazem um poderio ofensivo que pode ser demolidor.

 

 

Contudo o City tem vindo a demonstrar sérias dificuldades nos jogos fora de casa (apenas uma vitória em seis jogos), números preocupantes e que podem estar relacionados com alguma debilidade defensiva e também falta de concentração competitiva longe do Ethiad.

 

Em termos teóricos o City tem tudo para manter-se até ao fim nos primeiros lugares, veremos se Pelegrini consegue extrapolar esses argumentos para dentro do campo.

publicado por A.S às 12:12
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